sábado, 27 de abril de 2013

JOGOS TEATRAIS - Tânia Rocha de Prá


           1) Alongamento corporal
Peça aos alunos para formarem um circulo e todos de pé fazerem um pequeno esticando os braços para frente e para cima. Depois girar o pescoço quatro vezes para um lado e depois o outro. Em seguida girar a cintura para os lados (cinturinha de Barbie ou do Ken). Gira também os tornozelos, joelhos e pés, abre e fecha as mãos e sacode as mãos começando fraco e depois forte soltando-as de repente, sentindo a vibração nos braços.

2) Apresentação do nome com movimento
Pedir a cada aluno se apresentar fazendo um movimento qualquer.

           3) A  dança do Shap Shap
        Fui a Nova York visitar a minha vó e ela me ensinou a dança do Shap shap, a    dança do shap shap, shap shap do auê. Quando chegar no refrão , quem esta no comando escolhe alguém do circulo e faz um movimento para ser copiado, o comandado passa a ser o comandante.

 4) A Dança da Raposinha
  Havia uma raposinha que gostava de comer capim, de tento comer   capim, seu braçinho ficou assim, assim, assim, assim; assim, assim, assim, Havia uma raposinha.........seu pezinho ficou assim, assim, assim assim; ......seu outro pezinho; seu corpinho;......seu piscosinho;......sua linguinha.

5) Demonstrar emoções
Em duplas demonstrar emoções ao comando do mediador, como amor, ódio e desprezo quando o mediador comandar a fala: 12, 33 e 44.

6) Inventar uma história com objetos da sacola ou caixa mágica.
Em circulo, sentados no chão, cada aluno tira um objeto da sacola sem olhar e inventa uma parte da história que pode ser iniciada pelo mediador.


"O teatro, que nada pode para corrigir os costumes, muito pode para mudá-los." (Jean-Jacques Rousseau)Descrição: lista de imobiliarias

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Memórias de uma leitora



Por Tania Rocha de Prá*

     Era o ano de 1980 e eu estava com 15 anos, cursando o primeiro ano do ensino médio no Colégio Alberto Gomes da Veiga em Paranaguá, no tão sonhado curso de Contabilidade.
            Foi neste ano meu primeiro encontro com os livros , na disciplina de literatura. Éramos obrigados a ler sobre a literatura brasileira, e foi então que conheci "O Cortiço", "A Viuvinha", "Cinco Minutos" entre outros.
            Um dia a minha turma foi levada à biblioteca do colégio para escolher um livro para ler e depois contá-lo em sala de aula. Escolhi "As Viagens de Marco Pólo" e foi aí que me apaixonei pela leitura. Nesta época também conheci os romances populares como: Sabrina, Julia e Bianca onde se contavam lindas histórias de amores proibidos, príncipes encantados e donzelas ingênuas e apaixonadas. Às vezes lia um livro de romance por dia e em meio a tantos devaneios e leituras românticas, conheci um rapaz e me apaixonei (pelo menos eu achava que sim), me apavorei e casei com o cavalo ao invés do príncipe.
            Com 15 anos, virgem, sem experiência e diálogo com os pais, acabei me envolvendo com usuário de drogas, engravidei, saí do colégio e de casa, indo morar com ele na época. E não foi nada romântico. Fiquei casada por oito anos, tive mais 2  filhos e mesmo assim continuei lendo.
            Bom, o mesmo hábito(de ler)que foi meu algoz me libertou, porque passei a ler de tudo; jornal, revista, aventura, ficção, etc, e isso me mostrou, me fez pensar que podemos ter autonomia e buscar uma vida melhor. E foi o que fiz.
             Me separei, voltei a estudar, criei meus filhos e em 2007 aos 40 anos , estudei muito, fiz o vestibular na UFPR Litoral, passei e cursei o Técnico em Agroecologia. E em 2013  me formo em Licenciatura em Artes. Muita coisa mudou na minha vida, mas o  amor pela leitura foi o que ficou para sempre.


* Tânia Rocha é graduanda em Artes pela UFPR Litoral e também integrante do círculo de leituras Fuxicando Livros.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Saída para Curitiba - 06/04


Fuxiqueiras!!!


Está confirmada nossa ida à Curitiba no sábado, dia 6/4. 

A ideia é irmos às livrarias e no cinema do Shopping Curitiba (confirmaremos o preço, mas é importante que vocês levem o contracheque pra pagar meia entrada). 

Caso haja tempo, visitaremos também o Museu Parananense. 

Sairemos às 9h da manhã de Praia de Leste e o ônibus pode ir pegando vocês, é só dizer onde fica mais fácil o embarque. 

Para quem não confirmou participação, ainda dá tempo!
Enviem um e-mail para elisianivt@gmail.com.

Beijinhos!!!
Aguardamos vocês neste sábado.

segunda-feira, 25 de março de 2013

Passeio Lítero-Cultural



Atenção Fuxiqueiras da Leitura! 



No dia 6 de abril estamos organizando uma ida à Curitiba para ir ao cinema e à livraria. 
Confirmem ida através do e-mail elisianivt@gmail.com para que possamos reservar o ônibus da prefeitura.

 Ah! Ainda temos algumas vagas, se quiserem convidar alguém para participar do Fuxicando Livros. 
As reuniões agora são às sextas-feiras, uma vez ao mês, na Biblioteca Indústria do Saber, em Canoas. 

quinta-feira, 14 de março de 2013

O valor da leitura na infância


* Por Valéria Riccomini
Uma pesquisa realizada recentemente pela Fundação Itaú Social, em parceria com o Instituto Datafolha, avaliou a percepção dos brasileiros em relação à importância da leitura feita para crianças. O levantamento indicou que para 96% dos entrevistados incentivar crianças de até 5 anos a ler é muito importante, pois o hábito desperta a curiosidade, contribuindo para o desenvolvimento intelectual e cultural (54%), além da formação educacional (36%).
Apesar desta crença, na prática menos da metade (37%) dos adultos lê de fato para os pequenos. Responderam que não tiveram quem lesse para eles durante a infância 60% dos entrevistados pelo Datafolha. Uma hipótese é que, por não terem desenvolvido o apreço pela leitura em seus primeiros anos, não se sentem motivados a replicar o papel de formar leitores. A discrepância entre a realidade e o desejado fica evidente quando verificamos os dados da última pesquisa realizada pelo Instituto Pró-livro, que revelou que lemos espontaneamente pouco mais de um livro por ano.
O levantamento realizado pelo Datafolha identificou também que a família é a principal responsável pela introdução da leitura no mundo da criança. Trata-se de um estímulo essencial, pois a valorização do livro é feita de forma diferente da escola, promovendo a troca de experiências entre pais e filhos. Além disso, favorece o acesso à cultura e ao lazer, promove a convivência familiar e comunitária, assim como envolve o adulto no processo educativo e contribui para a garantia desses diretos, previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente.
Nas classes com maior poder aquisitivo e mais anos de estudo, a mãe (95%) e o pai (93%) são os principais incentivadores, enquanto nas famílias vulneráveis economicamente a responsabilidade recai especialmente sobre o professor (40%), que muitas vezes não dispõe de infraestrutura adequada para promover ações de leitura. Segundo o Censo Escolar de 2011, do Ministério da Educação, a inexistência de bibliotecas ainda é realidade para 15 milhões de alunos.
O cenário demonstra a necessidade de cada vez mais investir em políticas públicas que mobilizem as comunidades, garantam equipamentos públicos de qualidade e respeitem as características regionais, como vem fazendo o Ministério do Desenvolvimento Agrário com o Programa Arca das Letras. Mais de 1 milhão de famílias já foram beneficiadas pelo projeto, por meio da instalação de acervos em comunidades rurais e da capacitação de mediadores de leitura. Outra proposta interessante é a do Instituto Ecofuturo, que há dez anos implanta bibliotecas comunitárias Brasil afora por meio do Projeto Biblioteca Comunitária Ler é Preciso.
Iniciativas como essas podem tornar o hábito de ler para as crianças uma realidade em todo o país. O desafio é garantir a soma de esforços e os investimentos necessários para que todos tenham acesso a livros de literatura, recebam o estímulo para tornarem-se leitores e entendam o valor da leitura para a formação integral de crianças, adolescentes e jovens.

*Valéria Riccomini, psicóloga especializada em Gestão do Conhecimento, é diretora da Fundação Itaú Social.
Fonte:http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/conteudo.phtml?id=1342973&tit=O-valor-da-leitura-na-infancia

Como resgatar o prazer da leitura?


*Pesquisa revela que brasileiros leem cada vez menos. Para especialistas, faltam campanhas de incentivo à leitura para virar esse jogo
Metade dos brasileiros declara não ler por falta de tempo e outros 30% dizem não gostar de livros. Os dados, da pesquisa Retratos da Leitura, evidenciam o tamanho do desafio que é estimular esse hábito no Brasil. Para educadores e escritores, o problema é que ler deixou de ser uma prioridade na vida das pessoas.
O índice de leitura do brasileiro (quatro livros por ano em média – dos quais 2,1 livros são lidos inteiros e dois em partes) é baixo se comparado a outros países desenvolvidos ou em desenvolvimento. Os franceses leem em média sete livros ao ano, os chilenos 5,4 e os argentinos 4,6. A meta do governo é fazer com que a população leia pelo menos dez obras ao ano.
Poeta e professor aposentado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Alcides Buss diz que no Brasil não há leitura como passatempo, ao contrário de outros países. Para ele, o cenário é ainda pior do que o apontado pela pesquisa, que leva em conta livros didáticos e paradidáticos. “Se chegarmos a este patamar de quatro livros ao ano será fantástico”, diz.
Para mudar essa realidade, Buss sugere fazer campanhas nacionais de incentivo à leitura e valorizar os autores brasileiros. “Nos últimos anos, o foco está muito em cima dos best-sellers. Os nossos autores ficaram em segundo plano”, afirma. “Também é preciso baratear o preço dos livros e tornar as bibliotecas mais dinâmicas”, completa.
Professor da Universidade Estadual de Campinas (Uni­camp), Ezequiel Theodoro da Silva considera que o país acumula uma dívida imensa com a promoção da leitura, por isso, hoje há múltiplas e imensas barreiras para os brasileiros lerem mais. “A política atual privilegia muito mais a produção e distribuição de livros, satisfazendo os editores, mas pouco contempla a leitura. Quer dizer, temos livros, mas não mediadores e a infraestrutura de que eles necessitam para formar leitores”, analisa.
Para ele, as bibliotecas brasileiras, com raras exceções, fazem um trabalho muito tímido de divulgação e não atingem as diferentes camadas da população.


Valorização

Envolver a sociedade em campanhas de leitura é um caminho para valorizar o livro, diz a professora da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Marta Morais da Costa, que faz parte da Cátedra da Unesco de Leitura. Ela afirma que a leitura é uma responsabilidade da sociedade – escola, família, igreja e empresas. Inúmeras ações precisam ser tomadas para transformar a realidade, inclusive, cobrar leituras de qualidade em concursos públicos e promover mais o livro na mídia.

Carmem Pimentel, coordenadora nacional do Programa Nacional de Incentivo à Leitura (Proler), do governo federal, concorda que o estímulo à leitura precisa partir da família e da escola, mas aponta outro problema: “Os professores não são leitores. Como eles vão estimular os alunos?”.

Fonte:http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?id=1239752&tit=Como-resgatar-o-prazer-da-leitura

terça-feira, 5 de março de 2013

Fuxicando livros em 2013


Atenção Fuxiqueiras!!!

Nosso próximo encontro será dia 15/03
sexta-feira,  às 17h30.
Nos encontraremos na Panificadora D'Rose e após o cafezinho da tarde, partiremos para a Biblioteca Indústria do Saber (SESI), em Canoas.


Não deixem de comparecer!
Esperamos vocês!

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Minhas memórias de Leitora



Por Cibele Graziele Gonçalves Nunes*

Sempre gostei muito de estudar, mas sempre me achei menos inteligente que os demais, meus primos e até mesmo meu irmão mais velho.
            Éramos muito humildes e por essa razão não tínhamos livros a nossa disposição, o único que tenho lembrança era o Sagrado Coração de Jesus, que pertencia a minha mãe e que eu insistia em ler, mesmo sem entender muito por conter palavras difíceis.
            Adorava ir à casa da minha tia, pois ela sempre comprava lindas coleções de livros para minha prima e eu sempre lia escondido, pois ela não gostava que eu os pegasse.
Adorava todos, mas os três porquinhos era o que eu tinha verdadeiro fascínio.
 Como eram poucas ás vezes que eu ia à casa da minha tia, eu não tinha o hábito e o Em compensação, adorava a hora de ir dormir, pois era o momento em que minha mãe podia ficar grudadinha em mim e nos meus irmãos, depois de um dia inteiro separados. Ela costumava contar-nos histórias de todos os tipos, desde chapeuzinho vermelho até histórias de sua vida, histórias bíblicas, a escolha de nossos nomes, como conheceu nosso pai, etc...
            Mas foi na 5ª série que conheci minha fada madrinha e por coincidência, professora (risos), professora Sônia Maria Espanha Messani. Ela começou a me instigar à leitura, colocava livros à beira do quadro no final da aula e dizia que terminasse podia pegar um para ler.
            No início apenas folheava e colocava novamente no lugar, até que um dia escolhi um pela capa, onde aparecia um menino adolescente com uma esfinge e o deserto ao fundo, o título era “O anel de Tutancâmon” da série biblioteca juvenil, da Editora Melhoramentos e quando li descobri que através dos livros eu podia conhecer lugares, viajar mesmo sem sair do lugar.
            Sou muito grata até hoje a essa professora que sempre me incentivou e acreditou que eu era inteligente e poderia ser uma ótima leitora.
            Por isso, indico a leitura do Anel de Tutancâmon, pois é um livro que desperta a curiosidade e leva os leitores pra dentro da história, principalmente pra adolescentes que gostam de uma boa aventura, pois conta a história de um garoto criado pelos avós no Rio de Janeiro e que vê o pai apenas de 6 em 6 meses por ele percorrer o mundo como fotógrafo, ao completar 14 anos e completar o ginásio, ganhou uma viagem ao exterior, como seu pai havia prometido. Foi ao encontro dele no Egito, onde conheceu muito da cultura, só que de uma maneira muito mais emocionante ao ser capturado por mafiosos que roubavam artefatos valiosos de museus e que passaram a caçá-lo depois dele ter comprado de um comerciante o anel de Tutancâmon achando que era uma réplica. Nesse livro é possível saber um pouco da história do continente africano, com suas lutas internas, bandos,tribos primitivas, nômades e os conflitos alimentados por diversas facções políticas.
            Guerrilheiros, mercenários, a guerra da Etiópia, a guerra da Eritréia e todo o retrato da África que chega ao jovem leitor numa aventura emocionante, mas que se reflete sobre as relações humanas e as diferenças raciais e culturais, onde a tecnologia e o mundo moderno convivem com o pensamento arcaico e o modo de vida de povos em outra etapa de civilização. Sem contar o mistério e a beleza da arte dos faraós, os tuaregues, o retrato da fome, da sede no deserto em momentos que emocionam.



Cibele Graziele Gonçalves Nunes faz parte do Círculo de Leitura "Fuxicando Livros" realizado no município de Pontal do Paraná.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Livros que amei: série mostra as obras favoritas de convidados especiais


Livros que Amei é a série do Canal Futura que apresenta obras marcantes na vida de personalidades como Fausto Fawcett, Hermano Vianna, Sérgio Sant’Anna e Adriana Calcanhotto.

As personalidades convidadas compartilham lembranças relacionadas à leitura, hábitos e preferências literárias, revelando três obras, sobre temas variados, que foram fundamentais na sua formação, tiveram um papel importante na transformação de seu modo de pensar e/ou marcaram algum momento de suas vidas.

A série conta ainda com a participação de especialistas – profissionais de áreas de conhecimento como história e filosofia, por exemplo – e do setor editorial, que falarão um pouco mais sobre os livros escolhidos e as trajetórias de seus autores, contextualizando as publicações e destacando suas particularidades.

No episódio de abertura, o compositor Fausto Fawcett conversa sobre a predileção por títulos não ficcionais, sobretudo, ensaios filosóficos. Usando uma metáfora futebolística, o músico escala o “meio campo literário e intelectual” responsável por desenvolver o seu prazer pela leitura: “Trópico de Capricórnio”, de Henry Miller, “Eu e Outras Poesias”, de Augusto dos Anjos, e “Breviário de Decomposição”, de Emil Cioran. Para falar sobre as especificidades dessas obras e de seus autores, o primeiro capítulo de Livros Que Amei recebe também o escritor Luiz Carlos Maciel e o filósofo José Thomaz Brum.

Em seguida, por ordem de exibição, o público poderá acompanhar os episódios com a jovem cineasta Manaíra Cordeiro, o escritor Sérgio Sant´Anna, a atriz e diretora de teatro Juliana Galdino, o poeta Tenório Telles, a artista plástica Lúcia Laguna, o antropólogo Hermano Vianna, a dançarina Lia Rodrigues, o ensaísta Francisco Bosco, a poetisa Alice Ruiz, o engenheiro eletrônico e pesquisador Silvio Meira, o historiador Marcos Vinícius Neves e a cantora Adriana Calcanhotto.



QUANDO VER?
Livros que Amei – Toda terça, 22h30.

Fonte: http://www.futura.org.br/blog/2012/03/19/livros-que-amei-nova-serie-mostra-as-obras-favoritas-de-convidados-especiais/

Dia do Livro


Dia 29 de outubro de 1810 foi o dia em que a Real Biblioteca Portuguesa foi transferida para o Brasil, quando então foi fundada a Biblioteca Nacional. Mas a edição de livros no Brasil iniciou antes, em 1808, quando D.João VI fundou a Imprensa Régia. O primeiro livro publicado foi "Marília de Dirceu", de Tomás Antônio Gonzaga.
O dicionário define a palavra “livro” como “um volume transportável, composto por páginas encadernadas, contendo texto manuscrito ou impresso e/ou imagens e que forma uma publicação unitária (ou foi concebido como tal) ou a parte principal de um trabalho literário, científico ou outro.”  Mas, o que é um livro para um leitor? Que tal você deixar seu comentário sobre esta questão?

Como criar Prateleiras Invisíveis com Livros


Decore sua casa de uma maneira criativa e barata!
Esta é uma ótima forma de começar uma conversa sobre os seus livros favoritos e sobre quão legais eles ficam ao parecerem flutuar na parede.
É um truque visual muito interessante.

 

Materiais Necessários

1 Cantoneira em L
1 Estilete para carpete
1 furadeira
1 Parafuso Phillips
Parafusos para madeira pequenos (cabeça chata) - Para afixar o livro.
Parafusos Grandes, para parede.
1 Fita métrica, régua ou trena
1 Cola de marceneiro ou cola branca
Livros para ficar na prateleira
1 livro grande de capa dura que nunca mais será lido, mas que fique bonito na parede.


Passo a Passo


1 -  Escolha um livro grande de capa dura que você não pretenda ler mais. 
Este livro será "sacrificado" para criar a prateleira.

2 - Faça a prateleira.
Abra a capa traseira do livro e meça-o para encontrar o meio.
Faça uma marca no centro da página que você acabou de medir.
Trace a cantoneira a partir da marca, de modo que fique centralizada no livro.

3 - Corte o livro.
Use o estilete para cortar as páginas do livro, seguindo o contorno da cantoneira. 
Jogue o papel cortado fora.
Corte o suficiente para que a capa possa se fechar com a cantoneira dentro do livro.

4 - Use o estilete para fazer uma fenda na capa para a cantoneira.
Deste modo, o livro pode ficar rente à parede.

5 - Parafuse o livro.
Fure através dos furos da cantoneira.
Prenda a cantoneira parafusando as páginas do livro.
As páginas vão subir quando o parafuso for inserido; por isso, segure-as com firmeza.
Fure dois buracos perto dos cantos do livro, um de cada lado.
Prenda as páginas passando parafusos pelos furos.

6 - Cole a capa do livro e feche-o.
Coloque uma pilha de livros (ou outro peso) em cima e deixe secar por pelo menos 8 horas.
Não adianta tentar pular este passo, pois a prateleira poderá se quebrar.

7 - Espere que a cola seque.

8 - Decida onde os livros ficarão e veja se pode furar este local da parede.

9 - Parafuse a cantoneira na parede.

10 - Empilhe os livros.                                              Coloque livros suficientes para cobrir a cantoneira e organize-os em ordem de tamanho.

Agora, deixe seus amigos tentarem descobrir como você fez isso.